2015 ano para iniciar uma carreira Federal

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Janeiro nem bem iniciou e as noticias sobre concursos públicos agita este mercado de preparatórios, para quem pretende concorrer a uma vaga no setor público e aproveitar todas as vantagens, 2015 será um ano especial, pois o governo Federal ofertará 29 mil vagas em cargos públicos. De acordo com a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) deste ano, serão criados 28.957 mil cargos públicos, sem contar as oportunidades abertas em caso de substituição de servidores, devido às aposentadorias e demissões. A oferta de vagas será bem mais atrativa do que no ano de 2014, cujos concursos realizados não ofereceram um grande número de postos de trabalho

Das quase 30 mil vagas, 13.974 são direcionadas ao Poder Executivo, INSS, Ministério da Fazenda, Banco Central e Receita Federal. O Poder Judiciário, que envolve áreas como Defensoria Pública, Tribunais e Ministério Público da União, ofertará cerca de 15 mil postos.

 Dentre todos os concursos públicos federais previstos para este ano, os que mais chamam a atenção dos candidatos são o do INSS e o da Receita Federal. O Instituo Nacional do Seguro Social oferecerá uma média de 5.000 vagas, direcionadas aos candidatos de nível médio e superior. Os salários vão de R$4.401,00 a R$10.057,00. Já o da Receita Federal, somente para candidatos com nível superior, ofertará cerca de 2.000 vagas, cujas remunerações iniciais vão de R$9.172,00 a R$15.339,00.

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Além das seleções mais concorridas, serão abertos concursos públicos com remunerações inferiores, cujo número de concorrentes também é mais baixo. Um bom exemplo é o do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), para o cargo de técnico em informações geográficas e estatísticas. Serão, aproximadamente, 1.000 vagas com remuneração inicial de R$3.000,00 para nível médio. Serão oferecidas também vagas para nível superior, nos cargos de analista e tecnologista, cujo salário inicial é de R$7.000,00.

 Completam a grade de concursos públicos previstos para 2015 as seleções para a Caixa Econômica Federal (nível médio), Polícia Rodoviária Federal, Correios, MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), Depen (Departamento Penitenciário Nacional), BNDES, INMET (Instituto Nacional de Meteorologia), Ministério do Meio Ambiente, Petrobras e ANS (Agência Nacional de Saúde).

PROVAS DA UFRGS – segundo dia de provas com um tema de Redação fácil!!!!!!

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 O segundo dia de provas do vestibular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) foi realizado as provas de Língua Portuguesa e Redação. O tema do texto foi “Amizade real e virtual – as características da amizade no dia de hoje”, fazendo relação com as novas mídias. As provas de Português e Redação são as mais temidas pelos candidatos. Ao sair da prova alguns candidatos já estavam ligando para amigos e amigas ou até mesmo professores e numa dessas que recebi uma ligação de uma das minhas alunas do Enem Petcursos

Choco: — Você nem imagina o que era o tema da redação esse ano: amizade, dá pra acreditar? E ainda relacionaram com a internet, muito fácil!

Acredito que ao trazer no texto motivacional a letra da música Canção da América, de Milton Nascimento e Fernando Brant, aquela da famosa frase “amigo é coisa pra se guardar no lado esquerdo do peito”, a redação da universidade propôs aos candidatos uma reflexão sobre as possibilidades de aproximação e de afastamento trazidas pela internet e pelas redes sociais nas relações de amizade.

Com base no relato de que é comum ver amigos reunidos em um mesmo ambiente físico, mas com a atenção voltada a tablets e smartphones, os vestibulandos tinham de responder a questão: “Na sua opinião, o que é amizade nos dias de hoje?”.

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              A UFRGS abandonou a dissertação sobre um tema polêmico e partiu para um tema filosófico. Não foi uma grande surpresa para quem conhece a linha que a universidade adota.

Que acompanha o vestibulares da UFRGS sabe que este é o terceiro ano consecutivo que aparece um tema subjetivo. Depois de uma redação que tinha como tema a Língua Portuguesa em 2012, um tema objetivo, a universidade pediu que os alunos escrevessem sobre humor em 2013 e sobre a sua visão de clássico literário em 2014, duas propostas subjetivas.
o tema  desse ano e tido como fácil mas não significa  que os alunos produzirão  bons textos.

Os alunos que terão destaque serão os que dominam a gramática e têm fluência no texto. Só conhecer o tema não garante nada, é preciso ter boa argumentação.

Entre as críticas que o tema recebeu nas redes sociais estão os argumentos de que o assunto já foi muito debatido e que a abordagem induz a uma idéia negativa da internet e das redes sociais.

Critica sobre o filme ÊXODO: DEUSES E REIS (EXODUS: GODS AND KINGS).

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“Êxodo: Deuses e Reis” conta a história de Moisés (Bale), antes criado como primo de Ramsés II (Edgerton) que vive como um príncipe do Egito, mas descobrirá sua verdadeira origem e inicia o caminho de libertação de seu povo que vive como escravo há quatro séculos.

Percebemos que sai aquela imagem tradicional que se tem de Moisés como um senhor com barba e cabelos brancos e entra a de um homem jovem e guerreiro, que foi do ceticismo à fé quase cega no Deus de Abraão, levando para a tela do cinema algumas dos feitos bíblicos mais conhecidos de todos, como as pragas do Egito e a travessia do Mar Vermelho.

A trama começa apresentando Seti (Turturro), faraó do Egito, com seus dois príncipes “generais”, Ramsés II e Moisés, que após a batalha de Kadesh e uma visita a uma cidade garimpo e onde tudo muda graças a um evento chamado curiosamente de coincidência. É ai, que os antes primos e “eternos” aliados se transformarão em inimigos. E ai também que se inicia o processo de transformação de Moisés de um príncipe do Egito ao líder do povo hebreu eu rumo da terra prometida (Canaã);

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Se na Bíblia tudo isso leva 80 anos para acontecer, na cronologia do filme leva pouco mais de nove anos. Agora, um pastor de ovelhas, Moisés têm a revelação dos desígnios de Deus em sua vida ao ficar soterrado em pedra  e lama após uma tempestade.

 O roteiro acaba por explorar mais todo o contexto em si da jornada em reviravolta de Moisés, de sua dificuldade e grandeza do que de sua importância em si. Apresenta bem Moisés, Ramsés, traz outras personagens importantes, algumas realmente existiram como Seti, Tuya (Weaver), outras assim como Moisés, pertencem à crença, como Zípora (Valverde), Gérson (Hewetson) – e aqui é o único filho do líder que aparece (o outro é Eliézer), mas erra ao manter um interesse longínquo em Josué (Paul) e no ancião Nun (Kinglsey) apenas para a revelação de Moisés. Também, vemos poucos de Aarão (Tarbet).

 trama busca agilizar alguns acontecimentos a fim de conseguir dinamizar entre a grande história que é, como visto em “Os 10 Mandamentos” (com suas quatro horas de filme) e o encanto e interesse do público na história. Os enforcamentos, as pragas do Nilo, o mar que se abre, a escritura na pedra, tudo está ali, na visão do diretor.

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 Por isso, talvez uma das coisas mais discutidas após assistir esse filme, tenha sido na verdade, uma escolha sensata. Afinal, se parar para analisar, todo o profundo e real conceito de Moisés, no contexto de sua época, não era ser um pastor, mas um libertador de seu povo. E para libertar, precisaria enfrentar. Para enfrentar com um plano, precisa comandar, ser um general. Também fora feliz na representação de Malak (Andrews), o enviado de Deus para despertar em Moisés, a salvação do povo hebreu.

 Esteticamente, Ridley cumpre sua função com perfeição. Toda recriação de Mênfis, em grande ostentação, como em sua abertura, merece aplausos. Tudo como sempre deveria ser feito, construções em escalas reais. E ai, se completa em efeitos visuais. A escolha das locações também ajuda, recriando habilmente toda a região que a história pede. Continua excelente em exibir cenas de combate em grande escala, sabendo exatamente o que mostrar. Ousado com as pragas do Nilo, construído em clima de horror, em especial na primeira, que pode dividir opiniões. Mas, cinema é arte e arte é liberdade estética. Liberdade de expressão. Há claro, outros momentos de se fazer pensar. Só acaba cedendo ao grande apelo e se perdendo um pouco no final.

 “Êxodo: Deuses e Reis” faz sua parte em apresentar uma “nova visão” de um grande história, ainda que, como estando para alguns como fato e para outros como mito, propicia ainda mais a obrigatoriedade justa de se ter sua liberdade para contá-la. Pena que apresente algumas falhas estruturais, mas nada que estrague o grande espetáculo. E de espetáculo, apesar de alguns poucos pesares, Ridley Scott sabe como poucos fazer.

Nota: 8.5

assista o trailer e confira

Crítica do filme ‘ X-men Dias de um Futuro Esquecido‘

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A Fox conseguiu unir o elenco da trilogia inicial de X-men com o de Primeira Classe em um único filme, trazendo uma das histórias mais inteligentes dos quadrinhos para as telas: X-men ‘Dias de um Futuro Esquecido‘. Conta a história de como uns mutantes em um futuro não especificado ou explicado, são caçados impiedosamente pelos Sentinelas, gigantescos robôs criados por Bolívar Trask (Peter Dinklage, da série ‘Game of Thrones’). Os poucos sobreviventes precisam viver escondidos, caso contrário serão também mortos. Entre eles estão o professor Charles Xavier (Patrick Stewart), Magneto (Ian McKellen), Tempestade (Halle Berry), Kitty Pryde (Ellen Page), Vampira (Anna Paquin), Bobby (Shawn Ashmore) e Wolverine (Hugh Jackman), que buscam um meio de evitar que os mutantes sejam aniquilados.

Assim, quando vemos Magneto e Xavier juntos naquele futuro sombrio, percebemos imediatamente como a situação se encontra dramática – e ver velhos rostos de volta (a Tempestade de Halle Berry)

A forma encontrada é usar os poderes de Kitty Pride (Page) para enviar a consciência de Wolverine (Jackman) de volta à década de 70 a fim de impedir que Mística (Lawrence) mate o empresário Bolivar Trask (Dinklage) – um incidente que daria impulso à criação daquelas máquinas. Porém, para convencer Mística a abandonar seus planos, Wolverine deverá buscar a ajuda das versões joviais de Xavier (McAvoy) e Magneto (Fassbender), que não são exatamente parceiros.

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Dias de um Futuro Esquecido‘ peca aonde ‘Primeira Classe‘ acertou: no roteiro. Furos na cronologia da franquia (como o retorno inexplicado de Professor Xavier após os eventos de ‘X-Men 3′),

O ponto alto do filme é a cena de Mercúrio (Evan Peters), bem realizada e divertida, nos deliciamos enquanto o mutante mostra suas habilidades em um slow motion embalado ao som setentista, sem perder a maestria das piadinhas e brincadeiras adolescentes.

X-Men: Dias de um Futuro Esquecido‘ é um bom filme, tendo boas atuações, direção inteligente e cenas de ação mirabolantes, pena que o filme peca no principal: o roteiro

Nota: 8.5