Crítica| Deadpool

maxresdefault

A espera chegou ao fim assisti Deadpool  e gostei muito, não me lembro se na minha infância ter lido sobre esse personagem da Marvel, mas depois que assisti o filme você deveria acreditar em tudo o que você leu a respeito do filme.

O filme tem um humor ácido E é desde os créditos iniciais, quando Deadpool já ironiza a forma como a Marvel Studios tratou os filmes de origem dos heróis até agora, outra curiosidade é que a classificação indicativa mais restrita do órgão responsável norte-americano, apesar de muitas cenas tenham sido divulgadas até a estreia, o filme ganhou uma classificação  acima de 16, bom mas  o melhor ainda foi mantido inédito. Acredite.

Caso você tenha optado por se manter alheio, aqui vai um resumo da trama: o mercenário Wade Wilson (Quem? Reynolds, aquele que fez Lanterna Verde, que brinca várias vezes com o fato de já ter interpretado o Lanterna Verde) ganha seu trocado aplicando pequenos golpes. Leva uma vida relativamente tranquila, mas também sem grandes emoções. Até que… conhece a prostituta Vanessa Carlysle (Morena Baccarin), por quem se apaixona. Até que… é diagnosticado com câncer terminal. A esperança do rapaz reside em um polêmico tratamento comandado por um sujeito de nome Ajax (Ed Skrein). Porém, há efeitos colaterais. Além de adquirir poderes sobre-humanos, Wade fica com a cara de… “um abacate que transou com um abacate mais velho ainda” (isso é uma citação).

Os diálogos do roteiro escrito por Rhett Reese Paul Wernick (ambos autores de Zumbilândia) fazem jus ao humor do personagem que ganhou a alcunha de “mercenário tagarela”, que não poupa ninguém. Sobra para Ryan Reynolds, para os X-Men, para a própria Fox, distribuidora do longa, as piadas são de cunho sexual diante da carnificina (“Eu vou me tocar à noite” ou “Vou pedir uma coisa que nunca pedi antes: não engula!”), como também nas gags visuais com assassinatos e referências pops.

Apesar do texto ágil e afiado (não pisque os ouvidos), a trama central é relativamente simples e previsível. Mas cumpre a função de apresentar um personagem não tão conhecido do grande público.

Ação? Tem também e é outro trunfo do longa de estreia do diretor Tim Miller (até então mais conhecido por seu trabalho de supervisor de efeitos especiais de Scott Pilgrim Contra o Mundo). A violência é usada numa escala compatível com a  do humor. Numa direção oposta à do frenesi de Michael Bay, por exemplo, aqui é possível “apreciar” cada detalhe dos embates, muitas vezes, em câmera lenta mesmo (pode até piscar – os olhos mesmo). Não, você não está sendo enganado.

Se, nos quadrinhos, Wade Wilson ficou conhecido pela quebra da quarta parede, nos cinemas ele põe 16 abaixo. E. Desse modo,Deadpool é realmente um sopro de criatividade por desdenhar dos clichês, indicando-os durante seu próprio filme de origem..

Nota 9

DEADPOOL: Trailer Oficial

 

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s