Trabalho de Literatura – turma 2001/3001 (2016/2)

Filmes baseados em livros da Literatura Brasileira algumas adaptações ficam muito boas, já outras, nem tanto. o importante é que, cada vez mais, os diretores tentam recriar os conflitos, dilemas e fantasias dos livros.

orientações: escolha um dos filmes abaixo  faça uma critica literaria e entregue uma copia digital e impressa na data  24/11

  1. A Cartomante (2004) (baseado no conto de Machado de Assis)
  2. A Causa Secreta (1994) (adaptação do conto homônimo de Machado de Assis)
  3. Bela Donna (1998) (baseado na obra “Riacho Doce” de José Lins do Rego)
  4. Benjamin (2004) (baseado na obra de Chico Buarque de Holanda)
  5. Memorias Postumas de Brás Cubas (1985) (do livro de Machado de Assis)
  6. Bruna Surfistinha (2011) (baseada no livro/diário ‘O Doce Veneno do Escorpião)
  7. Canta Maria (2007) (baseado no romance “Os Desvalidos”; de Francisco J. C. Dantas)
  8. Caramuru – a invenção do Brasil (2001) (do livro do Frei Santa Rita Durão)
  9. Cidade de Deus (2002) (baseado no romance de Paulo Lins)
  10. Deus é Brasileiro (2003) (baseado em conto de João Ubaldo Ribeiro)
  11. Dom (2003) (inspirado em “Dom Casmurro”, de Machado de Assis )
  12. Divã, (2009) dirigido por José Alvarenga Jr. ( inspirado na obra literária de mesmo nome da autora Martha Medeiros)
  13. Ed Mort (1996) (comédia baseada nos textos de Luís Fernando Veríssimo)
  14. Garrincha – Estrela Solitária (2003) (baseado no livro “Estrela Solitária”, de Ruy Castro)
  15. Guerra de Canudos (1997) (com José Wilker) (inspirado na obra Os Sertões de Euclides da Cunha)
  16. Jorge, um Brasileiro (1989) (baseado no romance de Oswaldo França Jr.)
  17. Lavoura Arcaica (2001) (do livro de Raduan Nassar)
  18. Lisbela e o Prisioneiro (2003) (da obra de Osman Lins)
  19. Memórias de um Sargento de Milícias (1995) (Caso Especial baseado na obra de Manuel Antônio de Almeida. Adaptação de Jorge Furtado. Rede Globo)
  20. Menino de Engenho (baseado no livro de José Lins do Rego)
  21. Meu Tio Matou um Cara (2005) (do livro de Jorge Furtado)
  22. Netto Perde Sua Alma (2003) (baseado na obra de Tabajara Ruas)
  23. O Alienista e as Aventuras de um Barnabé (2008) (3 contos machadianos: “O Alienista”, “As Aventuras de um Barnabé” – livre adaptação da peça “Quase Menino” – e “A Cartomante”)
  24. O Auto da Compadecida (2000) (da obra de Ariano Suassuna)
  25. O Chamado das Pedras (curta adaptado do poema homônimo de Cora Coralina)
  26. O Corpo (2001) (baseado no conto de Clarice Lispector)
  27. O Guarani (1996) (do livro de José de Alencar)
  28. O Homem Nu (1997) (da obra de Fernando Sabino)
  29. O Quatrilho (1995) (baseado em livro homônimo de José Clemente Pozenato)
  30. O Quinze (2007) (baseado no romance homônimo de Rachel de Queirós)
  31. O Tempo e o Vento (1985) (da obra de Érico Veríssimo)
  32. O Tronco (1999) (adaptação do romance “O Tronco” de Bernardo Élis)
  33. O Vestido (2003) (baseado no poema “O Caso do Vestido”, de Carlos Drummond de Andrade)
  34. O Xangô de Baker Street (2001) (do livro de Jô Soares)
  35. Olhar Estrangeiro (2006) (inspirado no livro “O Brasil dos Gringos”, de Tunico Amâncio)
  36. Orfeu (1999) (baseado na peça “Orfeu da Conceição”, de Vinícius de Moraes)
  37. Os Óculos de Pedro Antão (2008) (baseado em conto homônimo de Machado de Assis)
  38. Pastores da Noite (2003) (da obra de Jorge Amado)
  39. Policarpo Quaresma, herói do Brasil (1998) (da obra de Lima Barreto)
  40. Quanto Vale ou é Por Quilo? (2005) (livre adaptação do conto “Pai Contra Mãe”; de Machado de Assis)
  41. Quincas Berro D’Água (2010) (do livro de Jorge Amado)
  42. Quincas Borba (1986) (do livro de Machado de Assis)
  43. Sonhos Tropicais (2002) (baseado no romance de Moacyr Scliar)
  44. Traição (1999) (da obra de Nelson Rodrigues)
  45. Sério (1996) (curta baseado no conto “O Homem Célebre” de Machado de Assis)
  46. Vestido de Noiva (2006) (baseado na peça de Nelson Rodrigues)
  47. Vida de Menina (2004) (baseado no livro “Minha Vida de Menina”; de Helena Morley)

Resumo REALISMO / NATURALISMO/PARNASIANISMO

REALISMO
Início: Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, publicado em 1881.

NATURALISMO

Início: O Mulato, de Aluísio Azevedo

Contexto histórico:

  • A Proclamação da República
  • A Primeira República

REALISMO

 

Os escritores voltavam-se para a observação do mundo objetivo. Procuravam fazer arte com os problemas concretos de seu tempo, sem preconceitos ou convenções. Focalizavam o cotidiano. O adultério, o clero e a sociedade burguesa em crise tornaram-se temas para as obras desse período.

CARACTERÍSTICAS GERAIS

  • Literatura de combate social, crítica à burguesia, ao adultério e ao clero.
  • Análise psicológica dos personagens.
  • Objetividade, temas contemporâneos.

Destacou-se:
Machado de Assis – trilogia: Memórias Póstumas de Brás Cubas (narrado em 1ª pessoa); Quincas Borba (“ao vencedor as batatas”); Dom Casmurro (narrado em 1ª pessoa – enigma de traição)
 
NATURALISMO

Os escritores naturalistas introduziram o chamado “romance experimental” contra o esteticismo em que se enveredava a arte. O movimento não se restringiu à ciência positivista. Registrou como os realistas, não o passado, mas o presente com temas inovadores e linguagem atual. Denunciou a hipocrisia e caracterizou as lutas sociais, temáticas novas, que anteciparam a literatura de ênfase social do século XX.

CARACTERÍSTICAS GERAIS

  • Desdobramento do Realismo.
  • Escritores naturalistas retratam pessoas marginalizadas pela sociedade.
  • O Naturalismo é fruto da experiência.
  • Análise biológica e patológica das personagens.
  • Determinismo acentuado.
  • As personagens são comparadas aos animais (zoomorfismo).

    Destacaram-se:

Aluísio Azevedo

 

Obras: O Mulato; O Cortiço (romance social, personagem principal do romance é o próprio cortiço).
Raul Pompeia – Obra: O Ateneu.

PARNASIANISMO

Início: Fanfarras, de Teófilo Dias

Contexto histórico:

  • Contemporâneo do Realismo – Naturalismo

 

CARACTERÍSTICAS GERAIS

 

  • Estilo especificamente poético, desenvolveu-se junto com o Realismo – Naturalismo.
  • A maior preocupação dos poetas parnasianos é com o fazer poético.
  • Arte pela arte.
  • Poesia descritiva sem conteúdo; vocabulário nobre; objetividade.
  • Os poetas parnasianos são considerados “os mestres do passado”. Por suas manias de precisão foram criticados severamente pelos poetas do 1º Tempo Modernista.

    Destacou-se:

Olavo Bilac (poeta representante) – Profissão de Fé.