Crítica | Jack Reacher: Sem Retorno

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Título                         Jack Reacher: Never Go Back (Original)

Ano produção            2016

Dirigido por               Edward Zwick

Duração                     118 minutos

Gênero                      Ação Aventura Policial

Países de Origem      Estados Unidos da América

 

Jack Reacher: Never Go Back“, nada mais é que a tentativa de Tom Cruise de se tornar um ícone desse gênero, o filme produzido por ele mesmo é quase uma desculpa para o ator esbanjar sua autoestima nas suas performances, como já fizeram tantos outros astros do gênero. O Filme conta a história de um antigo militar do exército dos EUA, Jack Reacher (Tom Cruise) que tem como missão ajudar a major Susan Turner (Cobie Smulders) de uma cilada que a liga a um esquema de tráfico de armas. Pelo meio, Reacher terá de lidar com uma jovem de 15 anos chamada Samantha Dayton (Danika Yarosh) que pode ser a sua filha biológica.

Jack Reacher: Sem Retorno se esforça para cair em todo o tipo de cliche, seja em sua construção narrativa, ou nos conceitos empregados pela direção do longa. Em termos da história do filme, a verdade é que não nada de extraordinário, nem diferente daquilo que estamos habituados a ver num filme de ação. No entanto tem alguns pontos interessantes que enriqueceram de certa forma a história. Primeiro a inclusão desta filha biológica de Reacher não vem por acaso. Serve essencialmente para tornar mais humano um personagem frio, distante e com um ar sempre em sofrimento e desconfiança. Neste filme conseguimos ver um Reacher muito mais do que um militar feito para matar e levar a cabo uma missão.

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Outro aspeto interessante neste filme é o fato de ser destacado ao longo da trama a importância das mulheres no exército norte-americano. De salutar o realce das mulheres na vida militar, demonstrando que está longe de ser um mundo exclusivo dos homens.

Por último, a partilha de protagonismo entre a personagem de Cruise e de Smulders. O que é certo é que a atriz nunca se deixou absorver pelo natural maior foco na personagem de Cruise e esteve de facto muito bom. A sua carreira até a momento tem sido pautada por boas escolhas, tentando assim descolar-se um pouco da Robin de “How I Met Your Mother“, após tantas temporadas nesse papel. Quanto a Tom Cruise, estava nas suas sete quintas.

Resumindo é um filme entretido de se ver, com boas cenas de ação e com uma forte influência das personagens femininas no desenrolar da história.

NOTA 7,0

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