Resenha Crítica | Série Grimm (Sexta Temporada)

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Uma das minhas séries favoritas, chega ao fim após longas seis temporada,  eu que sou Fã de Grimm será difícil dizer adeus, pois por muito tempo acompanhamos a jornada de Nick Burkhardt (David Giuntoli) em Grimm, série da NBC inspirada nos contos dos irmãos Grimm.

Eu lembro da primeira vez que em que fui apresentado a série, li seus spoleirs e achei interessante  fiquei viciado no mundo Wesen, esse mundo de investigação com um toque de contos de fadas macabros que algumas vezes dava um sustinho, e ninguém sabia ao certo se iria ficar ou não.

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Por sorte, Grimm conseguiu fazer um sucesso maior do que o esperado pela NBC, que investiu na produção de David Greenwalt e Jim Kouf um bom tempo. Com o  sexto ano chegando, a emissora decidiu dar uma última temporada para terminar a jornada de Nick Burkhardt (David Giuntoli). Uma temporada que traria o maior dos inimigos e colocaria um fim ao mistério das chaves.

Vimos nas seis temporadas temperos de ação, mistério e muitas reviravoltas, até a introdução de uma grande organização, Grimm precisava caprichar para fechar seu sexto ano com chave de ouro. E o começo foi muito bom. Vimos Nick tendo que lidar com as consequências das ações de Sean Renard (Sasha Roiz).

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Os produtores transportaram Nick para uma viagem de pesadelo. O detetive se encontra inútil ao ver todos as pessoas que ama morrerem já no impactante penúltimo episódio da série. E a matança continua em “The End”.

Os últimos três episódios mostraram que sim, nós teríamos um grande final. A série entrou com tudo em um final bíblico, mostrando uma ameaça maior do que tudo que nossos heróis enfrentaram.;

Nick foi colocado além de seu limite e mostrou porque ele foi o Grimm que torcíamos por seis anos. A cena final foi um presente para todos os  fãs principalmente minha família,  o bom que foi deixado as portas abertas para um bom spin-off se a emissora decidir um dia voltar a esse mundo. Obrigado Grimm. Minha Familia agradece pelas 6 temporadas nas quais adoramos entrar no mundo WESEN

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Resenha Crítica | Mulher Maravilha

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Titulo Original: WONDER WOMAN

Titulo no Brasil: Mulher Maravilha

Direção: Patty Jenkins

Elenco: Ann Ogbomo, Chris Pine, Connie Nielsen, Eleanor Matsuura, Emily Carey, Eugene Brave Rock, Ewen Bremner, Florence Kasumba, Gal Gadot, Lisa Loven Kongsli, Lucy Davis, Madeleine

Gêneros Ação

Nacionalidade EUA

A WARNER/DC acertou!!! Mulher Maravilha é baita filme de aventura a Warner acertou até na contratação da diretora Patty Jenkins que acertou o tom que todos os filmes da D.C. deveriam ter, Apesar de ter vários críticos ao seu trabalho. Já atriz Gal Gadot (Diana Prince) já tinha mostrado potencial no Batman vs Superman mas aqui vemos o quão Maravilhosa ela consegue ser!! Ela convence na pancadaria e tem uma ótima atuação, já Chris Pine (Steven Trevor) não decepciona no papel de mocinho indefesa.

Claro o filme tem alguns pontos negativos mas que não deixa de dar um brilho ao filme nem ofusca o primeiro filme solo de uma heroína!! Um ícone para a representatividade feminina nas telas!! O filme ”Mulher Maravilha” acompanha a história de Diana Prince, que habita a ilha de Temyscira, e após descobrir que o mundo dos homens se encontra em guerra, parte em uma jornada de autodescobrimento.

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Contando com excelentes atuações, o roteiro aqui trabalha de forma fenomenal a relação entre os personagens, muito através dos diálogos sensacionais, que até mesmo levam o espectador a refletir a respeito de temas como a guerra e a violência, tudo apresentado através dos olhos da protagonista, que conta com a incrível atuação de Gal Gadot, em uma construção de uma personagem forte e independente, que mesmo com uma visão inocente do mundo, desenvolve um amadurecimento muito grande ao longo da trama. O filme conta com cenários maravilhosos e belas cenas de ação, permite ao espectador se deliciar com uma ótima experiência cinematográfica, muito por causa do cuidado técnico aqui presente, a ilha de Temyscira, em contraste com um clima sombrio e frio da cidade de Londres. Assim sendo, o filme agrada também aos fãs e leitores de quadrinhos,.

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Enfim, ”Mulher Maravilha” cumpre seu papel e entrega um filme frenético, equilibrado, com um excelente timing cômico, além de desenvolver personagens riquíssimos e preparar o campo tanto para os próximos filmes da DC como para os próximos filmes da personagem, sendo um ótimo atrativo tanto para fãs de filmes de heróis quanto para admiradores de um bom filme de guerra.

NOTA 8,6

Resenha Crítica | Fique Rico ou Morra Tentando!

 

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Titulo Original: Get Rich or Die Tryin

Titulo no Brasil: Fique rico ou Morra Tentando

Direção: Jim Sheridan

Elenco: Curtis ’50 Cent’ Jackson, Adewale AkinnuoyeAgbaje, Omar Benson Miller mai

Gêneros Drama, Biografia, Musical

Nacionalidade EUA

Já  tinha assistindo o filme do 50 Cent Get Rich or Die Tryin’ (Fique rico ou Morra Tentando).  Usando a tradução livre  para o brasileiro conhecem como “50 centavos” definitivamente é um dos meus rapper predileto – apesar de eu admitir que 2 ou 3 musicas suas são ruins, mas é só isso e não passa disso… O 50 Cent é o estereótipo perfeito do que se tornou o gangsta rap nos EUA…

Certa vez o Ice T (aquele mesmo, de Law and Order – Lei e Ordem – e da musica Collor´s) deu uma entrevista a MTV brasileira e afirmou para Mano Brown, diante do Capão Redondo, que um Gangsta Rapper “nada mais era do que um rapper que canta denunciando os problemas vividos por sua comunidade, que faz algo ou luta por sua comunidade…”, isto para ninguém menos que ele, o criador do termo, o pai da matéria ao lado do NWA, do CMW, do SCC, e etc.

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O grande problema é que, com o passar dos anos, “Gangsta Rap” virou sinônimo de apologia ao crime. A palavra perdeu o seu significado original. Por razões óbvias: vende mais, causa polêmica, chama atenção…

O filme do 50 Cent faz referências a sua vida pessoal. E sua vida pessoal é um exemplo de superação para ele, não um exemplo a ser seguido por muitos adolescentes, mas um exemplo do que é de fato o universo da criminalidade, onde existem regras.

O filme não retrata 100% da vida do rapper

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O diretor Jim Sheridan e o roteirista Terence Winter souberam montar um roteiro que chega a emocionar. Um bom filme. Uma boa história de um ladrão que tentou se regenerar (dentro de suas limitações…) através do rap, algo mais comum do que se imagina. Olhando para o 50 Cent dentro do contexto em que ele surgiu, é possível entender seus caminhos, e até de repente absolvê-lo. Fica fácil, através do filme, perceber que o buraco é muito mais embaixo, e que muitas “lideranças” do próprio movimento negro norte americano fazem o jogo do opressor através da maneira como criticam o rap. Pertoa de outros filmes de rapper o filme de 50 cents não fica para trás.

Nota 6,8